CANTOR PARANAENSE IDEALIZA CAMPANHA DE ORIENTAÇÃO E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS

Um vídeo que mostra cenas de canibalismo contra um morador de rua de Miami chamou a atenção dos internautas na última semana. A vítima teve 75% do rosto arrancado e ficou sem um globo ocular. O policial que presenciou a cena atirou seis vezes contra o agressor, que estava sobre o efeito de drogas alucinógenas.

O uso de drogas tornou-se um problema de saúde pública. Segundo dados divulgados pela ONU, o mundo já conta com mais de 29 milhões de usuários destas substâncias. Diante deste contexto, o cantor paranaense BEHORT idealizou uma campanha de orientação e prevenção ao uso de drogas, denominada “Não queime o seu tempo, valorize a sua vida”, em parceria com a CRAVI- Casa de Recuperação Água da Vida, que acabou de completar 20 anos de trabalho no resgate de pessoas com transtornos devido ao uso e abuso de substâncias psicoativas.

Para impulsionar o projeto, o músico BEHORT compôs uma música tema para a campanha, denominada “Eu Sei”, que fala sobre a importância de valorizar o ‘agora’. Segundo ele, um dos objetivos desse trabalho é alcançar o público jovem e a música fala com esse conjunto de pessoas de uma forma leve, divertida e que ao mesmo tempo leva a conscientização de que a vida é curta e que as drogas podem acabar com ela.

“A música será a porta de entrada dessa campanha para que as mensagens sejam difundidas para um público que, somente por meio de mensagens tradicionais as quais estamos acostumados a nos deparar, não seria tão impactado. A escolha dessa ferramenta de comunicação se dá pelo fato de que a música é capaz de oferecer uma valiosa contribuição no desenvolvimento humano”, comenta Behort.

 

BATE-PAPO

1 Por que a escolha da música para apoiar a causa?

R-  “A música e o som, enquanto energia, estimulam o movimento interno e externo no homem; impulsionam-no a ação e promovem nele uma multiplicidade de condutas de diferentes qualidade e grau”. Essa é a intenção do álbum do BEHORT: contribuir para uma mudança de conduta dentro da nossa sociedade por meio de uma nova estratégia de comunicação!

 
2- Por que a escolha desse tema? 

R- Eu apoio o projeto da CRAVI desde a sua fundação, por isso sempre estive envolvido diretamente com a causa. Há muitos anos estou ligado com a música e decidi, por meio da minha arte, levar a mensagem de combate ao uso de drogas.  Dados da ONU mostram que no mundo existem mais de 29 milhões de usuários de droga. Segundo uma matéria publicada na Tribuna do Paraná, em 2013, pelo menos 150 mil pessoas são usuárias de drogas em Curitiba. O número pode chegar a 170 mil dependentes químicos, ou quase 10% da população da capital, de acordo com estimativa do Departamento de Políticas Públicas sobre Drogas, da prefeitura, baseada na quantidade de atendimentos e abordagens realizadas na cidade. O índice é considerado muito grande e preocupante pelas autoridades, que pretendem adotar uma nova postura de combate ao problema. Esse problema de saúde pública não escolhe raça, credo ou conta bancária. Diante desse contexto, nasceu a ideia do tema desta campanha, voltada à orientação e prevenção ao uso de drogas.

 

3- Qual o principal objetivo desse projeto?

O principal objetivo desse projeto é mostrar para o Brasil e para o mundo que as drogas matam vidas, sonhos e famílias e que essa escolha não vale a pena.  Além disso, busca-se mudar essas estatísticas alarmantes de consumo de substâncias psicoativas.

4- A campanha já deu seus primeiros passos. Conte um pouco sobre as conquistas iniciais desse projeto.

R- Sim, a campanha já está dando seus primeiros passos e tem sido um sucesso! O BEHORT, juntamente com a CRAVI, já conseguiu abertura para divulgação de parte do material em vários lugares de Curitiba, inclusive nos estádios de futebol, como a Arena da Baixada, que foi palco para receber a Copa do Mundo, no estádio Major Antônio Couto Pereira, do Coritiba e no Paraná Clube. Na Arena, os jogadores entraram com a camiseta que está atrelada à campanha, a faixa tema passou pelo estádio e o vídeo institucional também foi veiculado para todos os presentes. Já o Coxa, além de ceder espaço para passagem da faixa e divulgar os materiais em suas redes sociais, disponibilizou uma área de 4,9mx 6,9m na parte principal do estádio para inserção de um banner fixo em apoio a esse projeto que idealizei. O Paraná Clube também permitiu a passagem da faixa no estádio. O Instituto GRPCOM  abraçou a causa. O vídeo da campanha foi veiculado gratuitamente na RPC e os demais materiais, como spots e publicidades gratuitas  tiveram espaço na Gazeta do Povo, Tribuna do Paraná, Rádio 98 FM e Mundo Livre.  Outros veículos de comunicação do Estado também estão apoiando a iniciativa.

5- Como você vê essa campanha daqui um ano?

R- Daqui  a um ano, vejo essa campanha alcançando todo o Brasil e contribuindo com a mudança de vida de toda a sociedade.

 

 

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